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    <title>Laboratório de Análise da Atmosfera e da Paisagem</title>
    <description>LAP -Laboratório de Análise da Atmosfera e da Paisagem</description>
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      <title>Fenômeno El Niño 2026: Dinâmica Oceanográfica, Previsibilidade e Impactos Socioeconômicos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Probabilidade Ela niño" title="Probabilidade Ela niño" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Prob_el_ni%C3%B1o.png?1780676589" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM) as anomalias de temperatura da superfície do mar estão aumentando em todo o Pacífico equatorial centro-leste, indicando um padrão contínuo de aquecimento que pode apoiar o desenvolvimento do El Niño. As previsões sazonais mais recentes dos Centros Globais de Produção da OMM indicam uma mudança pronunciada para condições El Niño, com probabilidades chegando a 80% para junho a agosto de 2026, enquanto a probabilidade de condições neutras para ENSO diminuiu para 20%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="3"&gt;Definição e Acoplamento Oceano-Atmosfera&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="4"&gt;O &lt;strong data-path-to-node="4" data-index-in-node="2"&gt;El Niño&lt;/strong&gt; é a fase quente do modo de variabilidade climática conhecido como ENOS (El Niño-Oscilação Sul). O fenômeno é caracterizado por um acoplamento íntimo entre o oceano e a atmosfera: o enfraquecimento dos ventos alísios (componente atmosférica) reduz o empilhamento de águas quentes no Pacífico Ocidental, permitindo que uma onda de calor superficial se desloque em direção ao Pacífico Central e Oriental (componente oceânica), alterando a inclinação da termoclina e modificando globalmente a Célula de Walker.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="4"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/oceano-pacifico-representacao.webp" alt="Mecanismo de formação El Niño" width="656" height="244" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="7"&gt;                                                            &lt;strong&gt;Condição normal&lt;/strong&gt;                                                &lt;strong&gt;El Niño&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="7"&gt;                                        Fonte: &lt;a href="https://123ecos.com.br/"&gt;https://123ecos.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="6"&gt;Mecanismo de Formação&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="7"&gt;O mecanismo fundamental baseia-se na retroalimentação de Bjerknes. Quando os ventos alísios enfraquecem, a ressurgência de águas frias na costa da América do Sul é mitigada. Isso resulta em anomalias positivas de Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no Pacífico Equatorial, deslocando as zonas de convecção profunda e formação de nuvens para leste, alterando os padrões de circulação global.       &lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="9"&gt;Previsão de Ocorrência, Probabilidade e o Alerta Global da OMM&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="10"&gt;O fenômeno está plenamente estabelecido em 2026. Em um posicionamento institucional contundente, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) emitiu o alerta global: "Prepare-se para o El Niño", instando os governos a estruturarem planos de contingência imediatos. Atualmente, os modelos estatísticos e dinâmicos validam o alerta da agência internacional, apontando para uma probabilidade superior a &lt;strong data-path-to-node="10" data-index-in-node="395"&gt;80-90%&lt;/strong&gt; de manutenção e avanço do fenômeno ao longo do ano.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="12"&gt;Intensidade do Evento e Tendência dos Modelos Climáticos&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="13"&gt;Embora discussões na mídia evoquem cenários alarmistas de um "Super El Niño", a comunidade científica internacional e os modelos de previsão sazonal agem com cautela metodológica. A convergência dos modelos globais aponta para um evento de intensidade &lt;strong data-path-to-node="13" data-index-in-node="252"&gt;moderada a forte&lt;/strong&gt;, com anomalias de TSM estimadas entre &lt;strong data-path-to-node="13" data-index-in-node="307"&gt;+1,5°C e +2,2°C&lt;/strong&gt; na região de monitoramento &lt;strong&gt;Niño 3.4&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="14"&gt;Contudo, reforçando o chamamento do relatório da OMM, o monitoramento de escala regionalizado liga o sinal de alerta máximo: o CEMPA-Cerrado projeta a consolidação de um &lt;strong data-path-to-node="14" data-index-in-node="170"&gt;El Niño forte em 2026&lt;/strong&gt;, enquanto o Centro Europeu (ECMWF) ressalta a importância de avaliar a dispersão (&lt;em data-path-to-node="14" data-index-in-node="274"&gt;spread&lt;/em&gt;) das projeções para calibrar as respostas civis e agrícolas de curto prazo.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="16"&gt;O Novo Paradigma de Medição da NOAA&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="17"&gt;O diagnóstico atual baseia-se no novo critério de monitoramento da NOAA. Para isolar o sinal do El Niño do aquecimento global antropogênico de base, a agência passou a adotar médias móveis climatológicas atualizadas a cada década (índices de anomalia relativa). Isso garante que os limiares de aquecimento observados em 2026 reflitam o gradiente dinâmico real necessário para alterar a atmosfera, em vez de computar o aquecimento sistêmico dos oceanos.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="19"&gt;Modulação por Teleconexões: ODP e Atlântico Sul&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="20"&gt;A resposta climática na América do Sul não depende exclusivamente do Pacífico Equatorial. Para modular o clima no continente, o El Niño interage com as teleconexões do Atlântico Sul e a Oscilação Decadal do Pacífico (ODP). No cenário atual, a ODP encontra-se em sua fase fria (negativa), configuração que atua como um modulador de larga escala e pode mitigar ou alterar os impactos clássicos do fenômeno. Adicionalmente, o gradiente térmico do Atlântico Sul dita o posicionamento dos sistemas frontais e a umidade disponível que poderá afetar a a porção central do continente.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="22"&gt;Efeitos na Região Centro-Oeste do Brasil e em Goiás&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="23"&gt;Em alinhamento direto com as diretrizes de mitigação de riscos da OMM, o diagnóstico integrado do INMET, do CEMADEN e do CEMPA-Cerrado detalha que a consolidação deste evento forte impõe severas anomalias hidroclimatológicas para o território goiano e o Centro-Oeste:&lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;" data-path-to-node="24"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="24,0,0"&gt;Alta probabilidade de &lt;strong data-path-to-node="24,0,0" data-index-in-node="22"&gt;chuvas irregulares&lt;/strong&gt; e atraso crônico no estabelecimento do período chuvoso regular durante a primavera.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="24,1,0"&gt;Elevação acentuada das temperaturas médias sazonais, potencializando &lt;strong data-path-to-node="24,1,0" data-index-in-node="69"&gt;ondas de calor&lt;/strong&gt; consecutivas. Podendo submeter o corpo humano a severo &lt;strong data-path-to-node="0" data-index-in-node="141"&gt;estresse térmico.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="24,2,0"&gt;Rápida perda de umidade do solo e declínio da umidade relativa do ar, o que eleva drasticamente o estresse hídrico da vegetação e o risco de &lt;strong&gt;grandes incêndios florestais&lt;/strong&gt; no bioma Cerrado. &lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;" data-path-to-node="26"&gt;Impactos na Economia, Agronegócio e Inflação&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="27"&gt;As anomalias hidroclimatológicas previstas afetam de forma direta o tecido socioeconômico e a estabilidade macroeconômica nacional, exatamente como adverte a OMM sobre os custos globais do fenômeno. No agronegócio, o binômio estresse térmico/restrição hídrica ameaça o calendário de plantio da primeira safra (soja) e comprime a janela de viabilidade do milho safrinha no Centro-Oeste.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="28"&gt;A subsequente quebra na oferta de grãos, agravada por pressões de custo internacionais como a alta dos fertilizantes, projeta um forte efeito de transmissão (&lt;em data-path-to-node="28" data-index-in-node="158"&gt;pass-through&lt;/em&gt;) para o consumidor final. Estimativas macroeconômicas apontam que a inflação dos alimentos pode atingir o patamar de 10%, exercendo pressão sobre o IPCA, com impactos inflacionários residuais que devem se estender ao longo do ano de 2027.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote data-path-to-node="29"&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="0"&gt;Fontes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="78"&gt;Alerta para formação de El Niño forte em 2026 e riscos climáticos para Goiás - &lt;a href="https://cempa.ufg.br/n/200441-cempa-cerrado-alerta-para-formacao-de-el-nino-forte-em-2026-e-riscos-climaticos-para-goias"&gt;CEMPA-Cerrado&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;span style="text-align: start;"&gt;El Niño pode elevar inflação dos alimentos - &lt;/span&gt;&lt;a style="text-align: start;" href="https://exame.com/agro/el-nino-pode-elevar-a-inflacao-dos-alimentos-e-pressionar-o-ipca-em-2027/"&gt;Exame Agro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="29,0" data-index-in-node="175"&gt;Inflação dos alimentos pode chegar a 10% com El Niño e alta dos fertilizantes - &lt;a href="https://timesbrasil.com.br/empresas-e-negocios/agro/el-nino-2026-preco-alimentos-brasil-inflacao/"&gt;Times Brasil&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="137"&gt;How confident should we be in a prediction of El Niño? - &lt;a href="https://www.ecmwf.int/en/about/media-centre/science-blog/2026/el-nino-2026"&gt;ECMWF&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="40"&gt;NOTA TÉCNICA Nº 627/2026/SEI-&lt;a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/noticias-cemaden/copy2_of_SEI_MCTI13770843NotaTcnica.pdf"&gt;CEMADEN&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="78"&gt;NOTA TÉCNICA El Niño 2026 - &lt;a href="https://portal.inmet.gov.br/notasTecnicas"&gt;INMET&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-path-to-node="29,0"&gt;&lt;em data-path-to-node="25,0" data-index-in-node="8"&gt;OMM: Prepare-se para o &lt;a href="https://wmo.int/media/news/wmo-prepare-el-nino"&gt;El Niño&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:07:53 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/201615-fenomeno-el-nino-2026-dinamica-oceanografica-previsibilidade-e-impactos-socioeconomicos</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Gestão Socialmente Equitativa do Risco Climático do Calor Urbano</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A governança e os desafios socioespaciais frente ao aumento das temperaturas globais, conectando a ciência climatológica do El Niño de 2026 com os mecanismos de adaptação nas cidades.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;h2 data-path-to-node="3"&gt;O Desafio Metodológico: O Calor Além do Termômetro&lt;/h2&gt;
&lt;p data-path-to-node="4"&gt;O impacto das ondas de calor nas cidades, intensificado por fenômenos como o El Niño, não se distribui de maneira uniforme. O risco climático urbano é o resultado da interação entre o perigo físico (a anomalia de temperatura) e as condições socioeconômicas pré-existentes. A análise da vulnerabilidade urbana exige uma abordagem tridimensional:&lt;/p&gt;
&lt;ul data-path-to-node="5"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="5,0,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="5,0,0" data-index-in-node="0"&gt;Exposição:&lt;/strong&gt; Determinada pelo desenho urbano, densidade de superfícies impermeáveis e escassez de cobertura vegetal (efeito de Ilhas de Calor Urbanas).&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="5,1,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="5,1,0" data-index-in-node="0"&gt;Sensibilidade:&lt;/strong&gt; Fatores biológicos e demográficos, como faixas etárias extremas (idosos e crianças) e condições de saúde crônicas.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="5,2,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="5,2,0" data-index-in-node="0"&gt;Capacidade de Adaptação:&lt;/strong&gt; Recursos financeiros e de infraestrutura disponíveis para mitigar o estresse térmico, incluindo acesso a ambientes climatizados e segurança hídrica.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2 data-path-to-node="6"&gt;A Assimetria Socioespacial e a Justiça Climática&lt;/h2&gt;
&lt;p data-path-to-node="7"&gt;A distribuição do estresse térmico nas cidades reflete desigualdades históricas de planejamento urbano. Populações de baixa renda e minorias frequentemente residem em áreas com alta densidade construída e materiais de alta condutividade térmica, enquanto bairros de maior poder aquisitivo concentram a maior parte da infraestrutura verde (parques e arborização).&lt;/p&gt;
&lt;p data-path-to-node="8"&gt;Essa disparidade cria o conceito de &lt;strong data-path-to-node="8" data-index-in-node="36"&gt;"apartheid térmico"&lt;/strong&gt;, onde os grupos mais vulneráveis sofrem os maiores impactos na saúde e na produtividade laborais, dispondo de menor capacidade financeira para arcar com os custos de resfriamento artificial (energia elétrica).&lt;/p&gt;
&lt;h2 data-path-to-node="9"&gt;Diretrizes para uma Gestão Equitativa&lt;/h2&gt;
&lt;p data-path-to-node="10"&gt;Para alinhar o monitoramento científico de alta precisão à justiça social, as políticas de adaptação urbana precisam migrar de uma lógica puramente reativa para estratégias de equidade estrutural:&lt;/p&gt;
&lt;div _ngcontent-ng-c3649280098="" class="code-block ng-tns-c3649280098-36 ng-animate-disabled ng-trigger ng-trigger-codeBlockRevealAnimation" jslog="223238;track:impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&amp;quot;r_0a7a2ed0f2b82230&amp;quot;,&amp;quot;c_3a2bceb1947022c7&amp;quot;,null,&amp;quot;rc_963a3e1accaa0d96&amp;quot;,null,null,&amp;quot;&amp;quot;,null,1,null,null,1,0]]"&gt;
&lt;div _ngcontent-ng-c3649280098="" class="formatted-code-block-internal-container ng-tns-c3649280098-36"&gt;
&lt;div _ngcontent-ng-c3649280098="" class="animated-opacity ng-tns-c3649280098-36"&gt;
&lt;pre class="ng-tns-c3649280098-36"&gt;&lt;code class="code-container formatted ng-tns-c3649280098-36 no-decoration-radius" role="text" data-test-id="code-content"&gt;           [ Diagnóstico Espacial das Ilhas de Calor ]
                              │
                              ▼
    [ Cruzamento com Dados de Vulnerabilidade Social ]
                              │
                              ▼
[ Priorização de Infraestrutura Verde em Bairros Periféricos ]
&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul data-path-to-node="12"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="12,0,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0"&gt;Zoneamento Climático Inclusivo:&lt;/strong&gt; Direcionar investimentos de infraestrutura verde (telhados ecológicos, corredores de vento e florestas urbanas) prioritariamente para as regiões identificadas como vulneráveis nos mapas de risco.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="12,1,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0"&gt;Redes de Proteção à Saúde:&lt;/strong&gt; Implementação de "centros de resfriamento públicos" e protocolos de alerta precoce que alcancem populações marginalizadas ou em situação de rua durante eventos de ondas de calor extremo.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="12,2,0"&gt;&lt;strong data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0"&gt;Planejamento Participativo:&lt;/strong&gt; Integração das comunidades locais na formulação de planos de contingência, garantindo que as soluções adotadas respeitem a realidade econômica e cultural de cada território.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p data-path-to-node="12,2,0"&gt;A mitigação do risco de calor em centros urbanos não é apenas um desafio de engenharia ou meteorologia; é um imperativo de governança social. Cidades resilientes ao El Niño e às mudanças climáticas em 2026 são aquelas que conseguem proteger seus cidadãos de forma proporcional à sua vulnerabilidade, transformando dados científicos em equidade habitacional.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:34:15 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/201614-gestao-socialmente-equitativa-do-risco-climatico-do-calor-urbano</link>
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    </item>
    <item>
      <title>LAPIS mostra áreas do Brasil com chuvas abaixo da média histórica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="seca_abril_2026" title="seca_abril_2026" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/seca_abril_2026.png?1776453538" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites(LAPIS) atualizou o mapa da intensidade da seca, baseado em dados mais de satélites deste mês de abril. O mapa integra um conjunto de variáveis agrometeorológicas, comparando os dados com a média histórica, para caracterizar a situação de cada região brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/seca_abril_2026.png" alt="seca_abril_2026" width="707" height="675" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Observa-se áreas pontuais de chuva abaixo da média histórica em todas as regiões brasileiras (áreas que vão do amarelo ao marrom). Nas demais regiões, os indicadores estão em torno da média.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A intensidade da seca compara a quantidade de água disponível no solo para as lavouras, em determinada área, com a média histórica registrada no mesmo período, de 1991 a 2020.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A intensidade da seca é classificada em categorias: normal, fraca, moderada, severa, extrema e excepcional. Cada classe de intensidade da seca representa uma probabilidade de retorno do período de seca. Nas áreas com registro de seca extrema, tem-se o seguinte cenário:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Umidade do solo: o solo é seco, com déficit de umidade do solo a longo prazo;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Precipitação: déficit severo de precipitação, aumentando o risco de incêndios florestais; &lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Vegetação: perda de rendimento agrícola esperado de 20-40%. O impacto da seca nas pastagens se manifesta na disponibilidade de ração para o gado;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Corpos d'água: os fluxos dos rios e os níveis dos reservatórios de água são baixos. Pequenos corpos d'água podem secar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O mapa da intensidade da seca foi processado no software livre QGIS, a partir de dados do produto CHIRPS, por meio do cálculo do Palmer Drought Severity Index (PDSI). Para aprender a gerar esse e outros indicadores ambientais e agrometeorológicos, que fazem parte do portfólio de produtos de satélites do Laboratório Lapis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://lapismet.com.br/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:25:20 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/200288-lapis-mostra-areas-do-brasil-com-chuvas-abaixo-da-media-historica</link>
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    <item>
      <title>O RISCO CLIMÁTICO DO CALOR URBANO E ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="parques urbanos" title="parques urbanos" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/parques-goiania.jpg?1744231268" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Garantir uma adaptação climática socialmente justa ao calor urbano através de Soluções baseadas na Natureza (SbN) exige uma abordagem integrada e atenta às desigualdades existentes é o que sugere um artigo na Nature. Estes são desafios para a sociedade em decorrência das climáticas no ambiente urbano.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A presença e a qualidade do ambiente verde urbano tornaram-se um fator cada vez mais relevante nas escolhas de moradia. Bairros com parques, áreas arborizadas, espaços de lazer ao ar livre e boa qualidade ambiental são altamente desejáveis, o que impulsiona a demanda e, por sua vez, os preços dos imóveis. Esse aumento na valorização imobiliária, impulsionado pelas amenidades verdes, pode atuar como um forte indicador do potencial de gentrificação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A gentrificação representa um risco significativo em projetos de Soluções baseadas na Natureza (SbN) em áreas urbanas, podendo levar a desigualdades socioespaciais. Esse fenômeno, conhecido como gentrificação verde, ocorre quando a implementação ou melhoria de espaços verdes em bairros marginalizados eleva o valor imobiliário, atraindo moradores de maior poder aquisitivo e, consequentemente, deslocando a população original de baixa renda que não consegue arcar com o aumento do custo de vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A presença e a qualidade do ambiente verde urbano tornaram-se um fator cada vez mais relevante nas escolhas de moradia. Bairros com parques, áreas arborizadas, espaços de lazer ao ar livre e boa qualidade ambiental são altamente desejáveis, o que impulsiona a demanda e, por sua vez, os preços dos imóveis. Esse aumento na valorização imobiliária, impulsionado pelas amenidades verdes, pode atuar como um forte indicador do potencial de gentrificação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Se implementadas sem considerar o contexto social e econômico, as SbN podem inadvertidamente contribuir para as desigualdades socioespaciais através da gentrificação verde. Projetos que visam criar ou melhorar espaços verdes em áreas carentes, embora bem-intencionados, podem desencadear um ciclo de valorização imobiliária e deslocamento, beneficiando novos moradores em detrimento da população existente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em vez de criar um grande parque em uma área nobre da cidade, o foco seria revitalizar pequenos espaços degradados em bairros periféricos, transformando-os em jardins comunitários com áreas de sombra, bancos e espaços para atividades sociais. Isso não apenas reduziria o calor local, mas também promoveria a segurança alimentar, o convívio social e o senso de pertencimento. Ao integrar essas estratégias, podemos garantir que as Soluções baseadas na Natureza para o calor urbano sejam implementadas de forma socialmente justa, beneficiando principalmente aqueles que mais precisam e contribuindo para cidades mais resilientes e equitativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.nature.com/articles/s42949-025-00202-2"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:46:54 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/190200-o-risco-climatico-do-calor-urbano-e-estrategias-de-adaptacao</link>
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    </item>
    <item>
      <title>PREVISÃO PARA O OUTONO NO CENTRO-OESTE E GOIÁS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="cerrado outono" title="cerrado outono" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/arara-5059624_640.jpg?1744066154" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a tendência geral é de chuvas abaixo da média histórica em Goiás. E, um predomínio de temperaturas acima da média histórica na maior parte da região nos próximos meses.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O Início do Outono, em 20 de março, às 6h01 no horário de Brasília, no Hemisfério Sul foi caracterizado pela transição entre os períodos chuvoso e seco, na região Centro-Oeste do Brasil. A diminuição da Radiação Solar, devido ao equinócio de outono quando o Sol cruza a linha do Equador em direção ao Hemisfério Norte, resulta na gradual diminuição da radiação solar incidente sobre o continente, permitindo a entrada progressiva de massas de ar mais frias. Os sistemas meteorológicos associados a massas de ar polar, tornam-na mais frequentes e intensas, avançando do sul do continente em direção às regiões mais centrais. Outra característica relevante é o enfraquecimento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o principal sistema meteorológico responsável pelas chuvas de verão nas regiões tropicais, iniciando o processo de deslocamento para o norte, influenciando menos o Brasil Central. Especificamente para o Centro - Oeste do Brasil e Goiás, após o pico da estação chuvosa no verão, observa-se uma diminuição progressiva da frequência e da intensidade das precipitações. O mês de abril, no entanto, marca o início mais efetivo da estação seca em Goiás, onde a frequência e a intensidade das precipitações diminuem consideravelmente; As temperaturas diurnas ainda se mantêm elevadas, remanescentes do verão, mas nota-se uma tendência de declínio ao longo do Outono. As noites começam a ficar mais amenas, com maior amplitude térmica diária. Em Goiás, as temperaturas diurnas ainda se mantêm elevadas, com máximas frequentemente acima dos 30°C e gradualmente a partir de abril, tendem a decrescer gradualmente a até aproximadamente 24°C. As noites começam a ficar mais amenas, com mínimas podendo variar entre 18°C e 22°C. O aumento da amplitude térmica diária em que a diferença entre as temperaturas máximas e mínimas ao longo do dia tende a aumentar, se deve à menor nebulosidade e à perda radiativa noturna; Com a redução das chuvas, a umidade relativa do ar tende a diminuir, especialmente durante as tardes, podendo atingir níveis mais baixos. Em Goiás, devido a diminuição das chuvas, a umidade relativa do ar começa a cair, especialmente durante as tardes, podendo atingir valores abaixo de 50%, o que já exige atenção para a saúde; Quanto aos ventos, estes geralmente são mais fracos em comparação com as tempestades de verão, mas durante a passagem de sistemas frontais pode ocasionar rajadas de vento mais intensas; Outra característica é o aumento do risco de queimadas, devido a vegetação gradualmente perdendo umidade, tornando-se mais suscetível a incêndios, elevando o risco de queimadas, especialmente em áreas de cerrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Segundo o INMET, a tendência para o outono na Região centro-oeste é de chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região. Porém, vale notar que é comum a redução de chuvas a partir de abril, que representa um mês de transição entre o período chuvoso e o período seco desta região. Quanto às temperaturas, a previsão indica predomínio de valores acima da média histórica (climatologia) nos próximos meses. Considerando-se Goiás, a previsão probabilística (Figura 1) aponta redução da precipitação entre 35% a 45% abaixo da normal climatológica. Para a temperatura (Figura 2) entre 50% a 60% acima da normal climatológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/previs%C3%A3o_probab_amj_prec.png" alt="Prognóstico climático outono_prec" width="800" height="1046" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Figura 1: Previsão probabilística em tercis para precipitação. Fonte: INMET&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Previs%C3%A3o_probab_amj_temp.png" alt="Prognóstico climático outono_temp" width="800" height="1046" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Figura 1: Previsão probabilística em tercis para temperatura. Fonte: INMET&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://portal.inmet.gov.br/noticias/informativo-meteorol%C3%B3gico-n-12-2025"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 19:28:30 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/190102-previsao-para-o-outono-no-centro-oeste-e-goias</link>
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      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Progn%C3%B3stico_Clim%C3%A1tico_Outono_2025.pdf?1744065083" length="1080580" type="application/pdf"/>
    </item>
    <item>
      <title>ONDAS DE CALOR NO CENTRO-OESTE DO BRASIL </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mapas EFI" title="Mapas EFI" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qua260225.png?1740080152" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Temperaturas extremas no Centro-Oeste até a próxima segunda feira, 24 de fevereiro. Previsões do ECMWF apontam temperaturas 5 graus acima da normal climatológica.&lt;/p&gt;
&lt;table style="border-collapse: collapse; width: 100%;" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Sex210225.png" alt="mapas de EFI" width="604" height="356" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/sab220225.png" alt="mapas EFI" width="601" height="354" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/DOM230225.png" alt="Mapas EFI" width="594" height="345" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/SEG240225.png" alt="Mapas EFI" width="596" height="356" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/sab220225.png" alt="mapas EFI" width="601" height="354" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qua260225.png" alt="Mapas EFI" width="597" height="353" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;Os mapa do Índice de Previsão Extrema (EFI), fornecidos pelo &lt;a href="https://charts.ecmwf.int/"&gt;ECMWF&lt;/a&gt; mostram que o centro-Oeste do Brasil passará por condições extremas de temperatura. &lt;span&gt;A previsão de temperatura anormalmente alta é mostrada em amarelo (EFI &amp;gt; 0,50) ou laranja (EFI &amp;gt; 0,75). O EFI foi desenvolvido para fornecer orientação de previsão especializada para eventos climáticos extremos ou severos, no caso temperaturas extremas. Até a próxima segunda feira as previsões do ECMWF apontam uma onda de calor na região com temperaturas até 5 graus acima da normal climatológica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://charts.ecmwf.int/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 16:55:44 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/188283-ondas-de-calor-no-centro-oeste-do-brasil</link>
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    </item>
    <item>
      <title>EXPANSÃO DA ESTAÇÃO SECA NO CERRADO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="cerrado" title="cerrado" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/tree-1784750_640.jpg?1725647493" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mudanças na circulação atmosférica e na evapotranspiração estão reduzindo as chuvas no Cerrado brasileiro segundo segundo pesquisa de Hoffman C.S. et al., (2023) divulgada na Revista Fapesp (Ed. 333, 2023). &lt;span style="text-align: justify;"&gt;Analisando tendências de precipitação e a frequência de dias chuvosos sobre o Cerrado brasileiro entre 1960 e 20210 &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;o bioma tornou-se significativamente mais seco nas últimas três décadas. &lt;/span&gt;A tendência dominante verificada para o período entre 1991 a 2021 indicou uma pequena redução, da ordem de 5%, tanto na média anual do índice de pluviosidade como no número de dias com chuva, em relação às três décadas precedentes. Foram 64,8 mm a menos de pluviosidade e 5,2 dias a menos de chuva em média por ano. Os valores adotados como base de comparação do bioma foram os medidos entre 1960 e 1990, que indicavam uma pluviosidade média anual de 1.421 mm e 103 dias com chuvas. &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Analisou-se as tendências de precipitação e a frequência de dias chuvosos sobre o Cerrado brasileiro entre 1960 e 2021 quanto aos padrões sazonais sobre a região. Assim como as tendências na evapotranspiração, pressão atmosférica, ventos e umidade atmosférica sobre o Cerrado para elucidar as possíveis razões para as tendências detectadas na redução da precipitação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As análises foram baseadas em dados de observação direta em 70 estações pluviométricas espalhadas por todas as sub-regiões do Cerrado e de uma combinação de dados do modelo com observações geradas pela reanálise global ERA5 na escala regional. Sob a escala local, o teste de Mann-Kendall.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As análises mostraram uma redução significativa na precipitação pluviométrica e na frequência de dias chuvosos nas regiões norte e central do Cerrado para todos os períodos, exceto no início da estação seca. As tendências negativas mais pronunciadas foram observadas durante a estação seca e o início da estação chuvosa, em que ocorreram reduções de até 50% na precipitação total e no número de dias chuvosos. Esses achados foram associados à intensificação do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul, que vem deslocando a circulação atmosférica e elevando a subsidência regional.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O bioma perdeu metade da sua cobertura natural nas últimas década em decorrência da agropecuária intensiva. Segundo os autores do estudo, provavelmente o avanço das pastagens e das lavouras sobre a vegetação original tenha alguma influência direta na redução das chuvas localmente. Contudo, encontrou-se evidências de que a expansão e a intensificação do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (centro de alta pressão) sobre as áreas do Cerrado é um mecanismo significativo que causa a diminuição de chuvas. Esse anticiclone desloca o ar do alto para altitudes mais baixas e torna a atmosfera mais quente e seca, inibindo a formação de nuvens e da chuva. Outros fatores globais, como o aquecimento gradual do planeta e a redução na concentração do ozônio no hemisfério Sul, também podem estar relacionados à intensificação e expansão da área dos anticiclones. Os resultados sugerem uma expansão e intensificação da estação seca na região, potencializando impactos ambientais e sociais significativos que transcendem os limites do Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Captura_de_tela_2024-09-06_171228.png" alt="ASAS_cerrado" width="775" height="787" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mudanças no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado e na intensidade e direção do vento de 10 m entre 1960 e 2021 no domínio América do Sul/Atlântico Sul. (a-d) Mudanças no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado e Ventos de 10 m registrados pela reanálise ERA5 na Estação Chuvosa (WS), Início da Estação Seca (BDS), Estação Seca (DS) e Início da Estação Chuvosa (BWS), respectivamente. As áreas pontilhadas demonstraram uma diferença significativa (p &amp;lt; 0,05) no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado entre os normais climáticos de 1991–2021 e 1960–1990. Os vetores pretos mostram as mudanças na direção e intensidade do vento de 10 m. O polígono verde mostra os limites oficiais do Cerrado brasileiro. As elipses amarela e laranja representam a isóbara de 1020 hPa e mostram a posição/extensão do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (SASA) em 1960-1990 e 1991-2021, respectivamente. Fonte: Hoffman C.S. et al., (2023).&lt;/p&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para saber mais: &lt;a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/seca-avanca-no-cerrado/"&gt;https://revistapesquisa.fapesp.br/seca-avanca-no-cerrado/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                         &lt;a href="https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x"&gt;https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 15:35:17 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/184104-expansao-da-estacao-seca-no-cerrado</link>
      <guid>https://lap.iesa.ufg.br/n/184104-expansao-da-estacao-seca-no-cerrado</guid>
    </item>
    <item>
      <title>QUALIDADE DO AR EM GOIÁS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="qualidade ar1" title="qualidade ar1" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qualidade_ar.png?1725575935" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Focos de incêndios e queimadas agravam qualidade do ar em Goiás.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 12,0000pt;"&gt;A Região metropolitana de Goiânia nas últimas semanas tem a qualidade do ar agravada pelas queimadas e focos de incêndios originados no próprio estado e DF quanto nos estados vizinhos (Figura 1). Aliado a altas temperaturas, superiores a 30 graus e a baixa umidade relativa do ar por volta de 30%, baixando a menos de 10% no período mais quente do dia, tem significativamente causado desconforto para grupos de pessoas mais sensíveis.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 12,0000pt;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qualidade_ar.png" alt="qualidade ar1" width="875" height="849" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 1 - Incêndios ativos e fonte de calor no Goiás e Distrito Federal. 05 de setembro de 2014. Fonte: zoom earth.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A previsão do Í&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;ndice de qualidade do ar (AQI) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;para Goiânia (Figura 2) mostra a evolução média a cada três horas, da qualidade do ar para os próximos dias. Nas Figura 3 são apresentadas as maiores concentrações de poluentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/qualidade_ar21.png" alt="qualidade ar2" width="580" height="369" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 2 - Í&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;ndice de qualidade do ar (AQI) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;para Goiânia. Valores &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;acima de 300 representam qualidade do ar perigosa, entre 200-300 muito insalubre, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;150-200 insalubre, 100-150 insalubre para grupos sensíveis e abaixo de 100 ou melhor abaixo de 50 a qualidade do ar é boa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; Fonte: Ventusky.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/qualidae_ar3.png" alt="qualidade ar3" width="875" height="691" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 3 - Evolução da concentração máxima do IQA diária e respectivos horários TMG para Goiânia-GO. Fonte: Adaptação de Ventusky&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 19:31:51 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/184073-qualidade-do-ar-em-goias</link>
      <guid>https://lap.iesa.ufg.br/n/184073-qualidade-do-ar-em-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>PREVISÃO CLIMÁTICA PARA SETEMBRO DE 2024</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Inmet_setembro24" title="Inmet_setembro24" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Captura-de-tela-2024-08-28-INMET_setembro.png?1725573833" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A previsão climática indica as temperaturas deverão ficar acima da média em grande parte do país e redução significativa das chuvas. Em Goiás as temperaturas médias poderão ultrapassar os 30 ºC com possibilidade significativa de dias de calor acima dos 34ºC. A umidade relativa do ar em média pode ficar em torno de 40% e em algumas horas mais quente do dia ficar abaixo de 10%. Quanto as chuvas, espera-se um período seco com déficit entre 10,0 mm e 50,0 mm.    &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/INMET_set24.png" alt="previsão climática Inmet setembro 2024" width="920" height="502" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://portal.inmet.gov.br/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 19:20:42 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/184071-previsao-climatica-para-setembro-de-2024</link>
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      <title>CEMPA-Cerrado lança ferramenta inédita de previsão de chuvas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CEMPA" title="CEMPA" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/t2m_20240130210000.png?1706650798" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW243945547 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW243945547 BCX8" data-ccp-parastyle="heading 1"&gt;CEMPA-Cerrado lança ferramenta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR"&gt; in&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR"&gt;édita&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW243945547 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW243945547 BCX8" data-ccp-parastyle="heading 1"&gt; de previsão de chuvas com Inteligência Artificial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Bioma Cerrado (CEMPA-Cerrado), projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG) em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Governo de Goiás, lançou uma nova ferramenta que utiliza técnicas de Inteligência Artificial (IA) para a previsão de chuvas a curto prazo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Trata-se de uma ferramenta inédita para a região Centro-Oeste do Brasil, fundamental para o planejamento das atividades da defesa civil e dos diferentes setores da economia que dependem das condições meteorológicas. Com um custo computacional menor que os modelos de previsão de tempo convencionais, a nova plataforma permite obter a probabilidade de ocorrência de chuvas em um horizonte de previsão de seis horas e para diferentes classes de intensidade de precipitação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://cempa.ufg.br/p/48048-previsao-de-precipitacao-a-curto-prazo-experimental"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:51:21 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/178447-cempa-cerrado-lanca-ferramenta-inedita-de-previsao-de-chuvas</link>
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