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    <title>Laboratório de Análise da Atmosfera e da Paisagem</title>
    <description>LAP -Laboratório de Análise da Atmosfera e da Paisagem</description>
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      <title>LAPIS mostra áreas do Brasil com chuvas abaixo da média histórica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="seca_abril_2026" title="seca_abril_2026" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/seca_abril_2026.png?1776453538" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites(LAPIS) atualizou o mapa da intensidade da seca, baseado em dados mais de satélites deste mês de abril. O mapa integra um conjunto de variáveis agrometeorológicas, comparando os dados com a média histórica, para caracterizar a situação de cada região brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/seca_abril_2026.png" alt="seca_abril_2026" width="707" height="675" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Observa-se áreas pontuais de chuva abaixo da média histórica em todas as regiões brasileiras (áreas que vão do amarelo ao marrom). Nas demais regiões, os indicadores estão em torno da média.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A intensidade da seca compara a quantidade de água disponível no solo para as lavouras, em determinada área, com a média histórica registrada no mesmo período, de 1991 a 2020.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A intensidade da seca é classificada em categorias: normal, fraca, moderada, severa, extrema e excepcional. Cada classe de intensidade da seca representa uma probabilidade de retorno do período de seca. Nas áreas com registro de seca extrema, tem-se o seguinte cenário:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Umidade do solo: o solo é seco, com déficit de umidade do solo a longo prazo;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Precipitação: déficit severo de precipitação, aumentando o risco de incêndios florestais; &lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Vegetação: perda de rendimento agrícola esperado de 20-40%. O impacto da seca nas pastagens se manifesta na disponibilidade de ração para o gado;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Corpos d'água: os fluxos dos rios e os níveis dos reservatórios de água são baixos. Pequenos corpos d'água podem secar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O mapa da intensidade da seca foi processado no software livre QGIS, a partir de dados do produto CHIRPS, por meio do cálculo do Palmer Drought Severity Index (PDSI). Para aprender a gerar esse e outros indicadores ambientais e agrometeorológicos, que fazem parte do portfólio de produtos de satélites do Laboratório Lapis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://lapismet.com.br/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:25:20 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title>O RISCO CLIMÁTICO DO CALOR URBANO E ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="parques urbanos" title="parques urbanos" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/parques-goiania.jpg?1744231268" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Garantir uma adaptação climática socialmente justa ao calor urbano através de Soluções baseadas na Natureza (SbN) exige uma abordagem integrada e atenta às desigualdades existentes é o que sugere um artigo na Nature. Estes são desafios para a sociedade em decorrência das climáticas no ambiente urbano.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A presença e a qualidade do ambiente verde urbano tornaram-se um fator cada vez mais relevante nas escolhas de moradia. Bairros com parques, áreas arborizadas, espaços de lazer ao ar livre e boa qualidade ambiental são altamente desejáveis, o que impulsiona a demanda e, por sua vez, os preços dos imóveis. Esse aumento na valorização imobiliária, impulsionado pelas amenidades verdes, pode atuar como um forte indicador do potencial de gentrificação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A gentrificação representa um risco significativo em projetos de Soluções baseadas na Natureza (SbN) em áreas urbanas, podendo levar a desigualdades socioespaciais. Esse fenômeno, conhecido como gentrificação verde, ocorre quando a implementação ou melhoria de espaços verdes em bairros marginalizados eleva o valor imobiliário, atraindo moradores de maior poder aquisitivo e, consequentemente, deslocando a população original de baixa renda que não consegue arcar com o aumento do custo de vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A presença e a qualidade do ambiente verde urbano tornaram-se um fator cada vez mais relevante nas escolhas de moradia. Bairros com parques, áreas arborizadas, espaços de lazer ao ar livre e boa qualidade ambiental são altamente desejáveis, o que impulsiona a demanda e, por sua vez, os preços dos imóveis. Esse aumento na valorização imobiliária, impulsionado pelas amenidades verdes, pode atuar como um forte indicador do potencial de gentrificação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Se implementadas sem considerar o contexto social e econômico, as SbN podem inadvertidamente contribuir para as desigualdades socioespaciais através da gentrificação verde. Projetos que visam criar ou melhorar espaços verdes em áreas carentes, embora bem-intencionados, podem desencadear um ciclo de valorização imobiliária e deslocamento, beneficiando novos moradores em detrimento da população existente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Em vez de criar um grande parque em uma área nobre da cidade, o foco seria revitalizar pequenos espaços degradados em bairros periféricos, transformando-os em jardins comunitários com áreas de sombra, bancos e espaços para atividades sociais. Isso não apenas reduziria o calor local, mas também promoveria a segurança alimentar, o convívio social e o senso de pertencimento. Ao integrar essas estratégias, podemos garantir que as Soluções baseadas na Natureza para o calor urbano sejam implementadas de forma socialmente justa, beneficiando principalmente aqueles que mais precisam e contribuindo para cidades mais resilientes e equitativas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.nature.com/articles/s42949-025-00202-2"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 17:46:54 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/190200-o-risco-climatico-do-calor-urbano-e-estrategias-de-adaptacao</link>
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      <title>PREVISÃO PARA O OUTONO NO CENTRO-OESTE E GOIÁS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="cerrado outono" title="cerrado outono" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/arara-5059624_640.jpg?1744066154" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a tendência geral é de chuvas abaixo da média histórica em Goiás. E, um predomínio de temperaturas acima da média histórica na maior parte da região nos próximos meses.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O Início do Outono, em 20 de março, às 6h01 no horário de Brasília, no Hemisfério Sul foi caracterizado pela transição entre os períodos chuvoso e seco, na região Centro-Oeste do Brasil. A diminuição da Radiação Solar, devido ao equinócio de outono quando o Sol cruza a linha do Equador em direção ao Hemisfério Norte, resulta na gradual diminuição da radiação solar incidente sobre o continente, permitindo a entrada progressiva de massas de ar mais frias. Os sistemas meteorológicos associados a massas de ar polar, tornam-na mais frequentes e intensas, avançando do sul do continente em direção às regiões mais centrais. Outra característica relevante é o enfraquecimento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o principal sistema meteorológico responsável pelas chuvas de verão nas regiões tropicais, iniciando o processo de deslocamento para o norte, influenciando menos o Brasil Central. Especificamente para o Centro - Oeste do Brasil e Goiás, após o pico da estação chuvosa no verão, observa-se uma diminuição progressiva da frequência e da intensidade das precipitações. O mês de abril, no entanto, marca o início mais efetivo da estação seca em Goiás, onde a frequência e a intensidade das precipitações diminuem consideravelmente; As temperaturas diurnas ainda se mantêm elevadas, remanescentes do verão, mas nota-se uma tendência de declínio ao longo do Outono. As noites começam a ficar mais amenas, com maior amplitude térmica diária. Em Goiás, as temperaturas diurnas ainda se mantêm elevadas, com máximas frequentemente acima dos 30°C e gradualmente a partir de abril, tendem a decrescer gradualmente a até aproximadamente 24°C. As noites começam a ficar mais amenas, com mínimas podendo variar entre 18°C e 22°C. O aumento da amplitude térmica diária em que a diferença entre as temperaturas máximas e mínimas ao longo do dia tende a aumentar, se deve à menor nebulosidade e à perda radiativa noturna; Com a redução das chuvas, a umidade relativa do ar tende a diminuir, especialmente durante as tardes, podendo atingir níveis mais baixos. Em Goiás, devido a diminuição das chuvas, a umidade relativa do ar começa a cair, especialmente durante as tardes, podendo atingir valores abaixo de 50%, o que já exige atenção para a saúde; Quanto aos ventos, estes geralmente são mais fracos em comparação com as tempestades de verão, mas durante a passagem de sistemas frontais pode ocasionar rajadas de vento mais intensas; Outra característica é o aumento do risco de queimadas, devido a vegetação gradualmente perdendo umidade, tornando-se mais suscetível a incêndios, elevando o risco de queimadas, especialmente em áreas de cerrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Segundo o INMET, a tendência para o outono na Região centro-oeste é de chuvas abaixo da média histórica em grande parte da região. Porém, vale notar que é comum a redução de chuvas a partir de abril, que representa um mês de transição entre o período chuvoso e o período seco desta região. Quanto às temperaturas, a previsão indica predomínio de valores acima da média histórica (climatologia) nos próximos meses. Considerando-se Goiás, a previsão probabilística (Figura 1) aponta redução da precipitação entre 35% a 45% abaixo da normal climatológica. Para a temperatura (Figura 2) entre 50% a 60% acima da normal climatológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/previs%C3%A3o_probab_amj_prec.png" alt="Prognóstico climático outono_prec" width="800" height="1046" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Figura 1: Previsão probabilística em tercis para precipitação. Fonte: INMET&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Previs%C3%A3o_probab_amj_temp.png" alt="Prognóstico climático outono_temp" width="800" height="1046" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Figura 1: Previsão probabilística em tercis para temperatura. Fonte: INMET&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://portal.inmet.gov.br/noticias/informativo-meteorol%C3%B3gico-n-12-2025"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 19:28:30 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/190102-previsao-para-o-outono-no-centro-oeste-e-goias</link>
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    </item>
    <item>
      <title>ONDAS DE CALOR NO CENTRO-OESTE DO BRASIL </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Mapas EFI" title="Mapas EFI" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qua260225.png?1740080152" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Temperaturas extremas no Centro-Oeste até a próxima segunda feira, 24 de fevereiro. Previsões do ECMWF apontam temperaturas 5 graus acima da normal climatológica.&lt;/p&gt;
&lt;table style="border-collapse: collapse; width: 100%;" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Sex210225.png" alt="mapas de EFI" width="604" height="356" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/sab220225.png" alt="mapas EFI" width="601" height="354" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/DOM230225.png" alt="Mapas EFI" width="594" height="345" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/SEG240225.png" alt="Mapas EFI" width="596" height="356" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/sab220225.png" alt="mapas EFI" width="601" height="354" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="width: 33.3333%;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qua260225.png" alt="Mapas EFI" width="597" height="353" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="padding-left: 30px; text-align: justify;"&gt;Os mapa do Índice de Previsão Extrema (EFI), fornecidos pelo &lt;a href="https://charts.ecmwf.int/"&gt;ECMWF&lt;/a&gt; mostram que o centro-Oeste do Brasil passará por condições extremas de temperatura. &lt;span&gt;A previsão de temperatura anormalmente alta é mostrada em amarelo (EFI &amp;gt; 0,50) ou laranja (EFI &amp;gt; 0,75). O EFI foi desenvolvido para fornecer orientação de previsão especializada para eventos climáticos extremos ou severos, no caso temperaturas extremas. Até a próxima segunda feira as previsões do ECMWF apontam uma onda de calor na região com temperaturas até 5 graus acima da normal climatológica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://charts.ecmwf.int/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 16:55:44 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/188283-ondas-de-calor-no-centro-oeste-do-brasil</link>
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    </item>
    <item>
      <title>EXPANSÃO DA ESTAÇÃO SECA NO CERRADO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="cerrado" title="cerrado" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/tree-1784750_640.jpg?1725647493" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mudanças na circulação atmosférica e na evapotranspiração estão reduzindo as chuvas no Cerrado brasileiro segundo segundo pesquisa de Hoffman C.S. et al., (2023) divulgada na Revista Fapesp (Ed. 333, 2023). &lt;span style="text-align: justify;"&gt;Analisando tendências de precipitação e a frequência de dias chuvosos sobre o Cerrado brasileiro entre 1960 e 20210 &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;o bioma tornou-se significativamente mais seco nas últimas três décadas. &lt;/span&gt;A tendência dominante verificada para o período entre 1991 a 2021 indicou uma pequena redução, da ordem de 5%, tanto na média anual do índice de pluviosidade como no número de dias com chuva, em relação às três décadas precedentes. Foram 64,8 mm a menos de pluviosidade e 5,2 dias a menos de chuva em média por ano. Os valores adotados como base de comparação do bioma foram os medidos entre 1960 e 1990, que indicavam uma pluviosidade média anual de 1.421 mm e 103 dias com chuvas. &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Analisou-se as tendências de precipitação e a frequência de dias chuvosos sobre o Cerrado brasileiro entre 1960 e 2021 quanto aos padrões sazonais sobre a região. Assim como as tendências na evapotranspiração, pressão atmosférica, ventos e umidade atmosférica sobre o Cerrado para elucidar as possíveis razões para as tendências detectadas na redução da precipitação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As análises foram baseadas em dados de observação direta em 70 estações pluviométricas espalhadas por todas as sub-regiões do Cerrado e de uma combinação de dados do modelo com observações geradas pela reanálise global ERA5 na escala regional. Sob a escala local, o teste de Mann-Kendall.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As análises mostraram uma redução significativa na precipitação pluviométrica e na frequência de dias chuvosos nas regiões norte e central do Cerrado para todos os períodos, exceto no início da estação seca. As tendências negativas mais pronunciadas foram observadas durante a estação seca e o início da estação chuvosa, em que ocorreram reduções de até 50% na precipitação total e no número de dias chuvosos. Esses achados foram associados à intensificação do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul, que vem deslocando a circulação atmosférica e elevando a subsidência regional.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O bioma perdeu metade da sua cobertura natural nas últimas década em decorrência da agropecuária intensiva. Segundo os autores do estudo, provavelmente o avanço das pastagens e das lavouras sobre a vegetação original tenha alguma influência direta na redução das chuvas localmente. Contudo, encontrou-se evidências de que a expansão e a intensificação do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (centro de alta pressão) sobre as áreas do Cerrado é um mecanismo significativo que causa a diminuição de chuvas. Esse anticiclone desloca o ar do alto para altitudes mais baixas e torna a atmosfera mais quente e seca, inibindo a formação de nuvens e da chuva. Outros fatores globais, como o aquecimento gradual do planeta e a redução na concentração do ozônio no hemisfério Sul, também podem estar relacionados à intensificação e expansão da área dos anticiclones. Os resultados sugerem uma expansão e intensificação da estação seca na região, potencializando impactos ambientais e sociais significativos que transcendem os limites do Cerrado.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image align-center"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Captura_de_tela_2024-09-06_171228.png" alt="ASAS_cerrado" width="775" height="787" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mudanças no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado e na intensidade e direção do vento de 10 m entre 1960 e 2021 no domínio América do Sul/Atlântico Sul. (a-d) Mudanças no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado e Ventos de 10 m registrados pela reanálise ERA5 na Estação Chuvosa (WS), Início da Estação Seca (BDS), Estação Seca (DS) e Início da Estação Chuvosa (BWS), respectivamente. As áreas pontilhadas demonstraram uma diferença significativa (p &amp;lt; 0,05) no Fluxo de Umidade Verticalmente Integrado entre os normais climáticos de 1991–2021 e 1960–1990. Os vetores pretos mostram as mudanças na direção e intensidade do vento de 10 m. O polígono verde mostra os limites oficiais do Cerrado brasileiro. As elipses amarela e laranja representam a isóbara de 1020 hPa e mostram a posição/extensão do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (SASA) em 1960-1990 e 1991-2021, respectivamente. Fonte: Hoffman C.S. et al., (2023).&lt;/p&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para saber mais: &lt;a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/seca-avanca-no-cerrado/"&gt;https://revistapesquisa.fapesp.br/seca-avanca-no-cerrado/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                         &lt;a href="https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x"&gt;https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.nature.com/articles/s41598-023-38174-x"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 15:35:17 -0300</pubDate>
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    <item>
      <title>QUALIDADE DO AR EM GOIÁS</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="qualidade ar1" title="qualidade ar1" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qualidade_ar.png?1725575935" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Focos de incêndios e queimadas agravam qualidade do ar em Goiás.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 12,0000pt;"&gt;A Região metropolitana de Goiânia nas últimas semanas tem a qualidade do ar agravada pelas queimadas e focos de incêndios originados no próprio estado e DF quanto nos estados vizinhos (Figura 1). Aliado a altas temperaturas, superiores a 30 graus e a baixa umidade relativa do ar por volta de 30%, baixando a menos de 10% no período mais quente do dia, tem significativamente causado desconforto para grupos de pessoas mais sensíveis.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 12,0000pt;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Qualidade_ar.png" alt="qualidade ar1" width="875" height="849" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 1 - Incêndios ativos e fonte de calor no Goiás e Distrito Federal. 05 de setembro de 2014. Fonte: zoom earth.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;A previsão do Í&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;ndice de qualidade do ar (AQI) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;para Goiânia (Figura 2) mostra a evolução média a cada três horas, da qualidade do ar para os próximos dias. Nas Figura 3 são apresentadas as maiores concentrações de poluentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/qualidade_ar21.png" alt="qualidade ar2" width="580" height="369" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 2 - Í&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;ndice de qualidade do ar (AQI) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;para Goiânia. Valores &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;acima de 300 representam qualidade do ar perigosa, entre 200-300 muito insalubre, &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;150-200 insalubre, 100-150 insalubre para grupos sensíveis e abaixo de 100 ou melhor abaixo de 50 a qualidade do ar é boa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; Fonte: Ventusky.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/qualidae_ar3.png" alt="qualidade ar3" width="875" height="691" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Figura 3 - Evolução da concentração máxima do IQA diária e respectivos horários TMG para Goiânia-GO. Fonte: Adaptação de Ventusky&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 19:31:51 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/184073-qualidade-do-ar-em-goias</link>
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    </item>
    <item>
      <title>PREVISÃO CLIMÁTICA PARA SETEMBRO DE 2024</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Inmet_setembro24" title="Inmet_setembro24" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Captura-de-tela-2024-08-28-INMET_setembro.png?1725573833" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A previsão climática indica as temperaturas deverão ficar acima da média em grande parte do país e redução significativa das chuvas. Em Goiás as temperaturas médias poderão ultrapassar os 30 ºC com possibilidade significativa de dias de calor acima dos 34ºC. A umidade relativa do ar em média pode ficar em torno de 40% e em algumas horas mais quente do dia ficar abaixo de 10%. Quanto as chuvas, espera-se um período seco com déficit entre 10,0 mm e 50,0 mm.    &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/INMET_set24.png" alt="previsão climática Inmet setembro 2024" width="920" height="502" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://portal.inmet.gov.br/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 19:20:42 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/184071-previsao-climatica-para-setembro-de-2024</link>
      <guid>https://lap.iesa.ufg.br/n/184071-previsao-climatica-para-setembro-de-2024</guid>
    </item>
    <item>
      <title>CEMPA-Cerrado lança ferramenta inédita de previsão de chuvas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="CEMPA" title="CEMPA" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/t2m_20240130210000.png?1706650798" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW243945547 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW243945547 BCX8" data-ccp-parastyle="heading 1"&gt;CEMPA-Cerrado lança ferramenta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR"&gt; in&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR"&gt;édita&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW243945547 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW243945547 BCX8" data-ccp-parastyle="heading 1"&gt; de previsão de chuvas com Inteligência Artificial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais do Bioma Cerrado (CEMPA-Cerrado), projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG) em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Governo de Goiás, lançou uma nova ferramenta que utiliza técnicas de Inteligência Artificial (IA) para a previsão de chuvas a curto prazo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Trata-se de uma ferramenta inédita para a região Centro-Oeste do Brasil, fundamental para o planejamento das atividades da defesa civil e dos diferentes setores da economia que dependem das condições meteorológicas. Com um custo computacional menor que os modelos de previsão de tempo convencionais, a nova plataforma permite obter a probabilidade de ocorrência de chuvas em um horizonte de previsão de seis horas e para diferentes classes de intensidade de precipitação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://cempa.ufg.br/p/48048-previsao-de-precipitacao-a-curto-prazo-experimental"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 18:51:21 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/178447-cempa-cerrado-lanca-ferramenta-inedita-de-previsao-de-chuvas</link>
      <guid>https://lap.iesa.ufg.br/n/178447-cempa-cerrado-lanca-ferramenta-inedita-de-previsao-de-chuvas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>El Niño entra em processo de enfraquecimento</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="El nino em decrescimento" title="El nino em decrescimento" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/ssta.daily.current.png?1706643191" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW106678555 BCX8"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW106678555 BCX8"&gt;fenômeno El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW106678555 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW106678555 BCX8"&gt; de 2023-2024 &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW106678555 BCX8"&gt;entra em processo de enfraquecime&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW106678555 BCX8"&gt;nto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;As análises&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; semanais de anomalia de &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;emperatura da &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;uperfície do &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;ar &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;(TSM) &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;observados pel&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;o serviço nacional de meteorologia dos EUA (NOAA)&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;combinados com projeções de modelos numéricos, &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;apontam&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;m alto grau de probabilidade &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;que o pico do evento do fenômeno já foi alcançado e que &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;a tendência é de gradual&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;enfraquecimento&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; com o ENSO-neutro &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;(ausência El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW208223985 BCX8"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW208223985 BCX8"&gt;iño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;ou La &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW208223985 BCX8"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW208223985 BCX8"&gt;iña&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW7189665 BCX8"&gt;com a probabilidade 73% &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW7189665 BCX8"&gt;entre abril e junho de 2024&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW7189665 BCX8"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/nino2901c.webp" alt="El nino enfraquecimento grafico" width="1000" height="583" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;As temperaturas da superfície do mar (TSM) acima da média persistiram em todo o oceano Pacífico equatorial, com as maiores anomalias observadas no Pacífico central e centro-leste. Os últimos valores semanais do índice &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW197015558 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt; permaneceram em +1,4°C em Niño-4, +1,9°C em Niño-3,4 e +2,0°C em Niño-3, enquanto Niño-1+2 enfraqueceu para +1,0°C&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;As anomalias de temperatura subsuperficial positivas médias de área diminuíram em dezembro&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt; refletindo o fortalecimento e a expansão para leste das temperaturas subsuperficiais abaixo da média no Pacífico ocidental&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt; Sobre o centro-leste do Oceano Pacífico, as anomalias de vento de baixos níveis eram de oeste, enquanto as anomalias de vento de nível superior eram de leste. &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;Coletivamente, o sistema acoplado oceano-atmosfera refletiu um El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW197015558 BCX8"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW197015558 BCX8"&gt;iño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW197015558 BCX8"&gt;forte e maduro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="EOP SCXW197015558 BCX8" data-ccp-props="{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335551550&amp;quot;:6,&amp;quot;335551620&amp;quot;:6,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br class="SCXW208223985 BCX8" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="LineBreakBlob BlobObject DragDrop SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="SCXW208223985 BCX8"&gt;&lt;span class="EOP SCXW197015558 BCX8" data-ccp-props="{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335551550&amp;quot;:6,&amp;quot;335551620&amp;quot;:6,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}"&gt;Para saber mais:  &lt;a href="https://toolkit.climate.gov/tool/el-ni%C3%B1o-southern-oscillation-enso-diagnostics-discussion"&gt;El Niño-Southern Oscillation (ENSO) Diagnostics Discussion | U.S. Climate Resilience Toolkit&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.cpc.ncep.noaa.gov/products/analysis_monitoring/enso_advisory/ensodisc_Sp.shtml"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 16:48:21 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Seca excepcional na Amazônia se deve as mudanças climáticas, não ao El Niño.</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Seca_Amaz_Elnino" title="Seca_Amaz_Elnino" src="http://lap.iesa.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/seca_Amazonia.png?1706305411" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW229158035 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW229158035 BCX8"&gt;As mudanças climáticas, e não o El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW229158035 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW229158035 BCX8"&gt;, são o principal fator de seca excepcional na altamente vulnerável Bacia do Rio Amazonas&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW229158035 BCX8"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW229158035 BCX8"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="EOP SCXW229158035 BCX8" data-ccp-props="{&amp;quot;134233117&amp;quot;:false,&amp;quot;134233118&amp;quot;:false,&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335551550&amp;quot;:6,&amp;quot;335551620&amp;quot;:6,&amp;quot;335559685&amp;quot;:-20,&amp;quot;335559737&amp;quot;:-20,&amp;quot;335559738&amp;quot;:0,&amp;quot;335559739&amp;quot;:0,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;Em &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;Estudo recente &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;sobre o papel das mudanças climáticas na seca amazônica em 2023&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;, c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;ientistas do Brasil, Holanda, Reino Unido e EUA usaram métodos publicados revisados por pares para avaliar em que medida a seca foi influenciada pelas mudanças climáticas, assim como a ocorrência de El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW47328702 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;, que é conhecido por estar associado à seca na Amazônia. Embora a seca tenha começado mais cedo no oeste da bacia, toda a bacia está em seca severa ou excepcional no segundo semestre do ano.  &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;Segundo a pesquisadora Regina Rodrigues que participou do &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;estudo&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span data-contrast="none" xml:lang="PT-BR" lang="PT-BR" class="TextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt; El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW47328702 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt; trouxe secas severas para o norte (Amazônia), inundações para o sul e ondas de calor para o centro do Brasil&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt; Estes são os impactos clássicos de um forte El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW47328702 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt; no leste do Pacífico. No entanto, a intensidade destes extremos foi exacerbada pelas alterações climáticas&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;. Ainda segundo a pesquisadora: As mudanças climáticas, e não o El &lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW47328702 BCX8"&gt;Niño&lt;/span&gt;&lt;span class="NormalTextRun SCXW47328702 BCX8"&gt;, são o principal fator da seca excepcional na altamente vulnerável Bacia do Rio Amazonas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="EOP SCXW47328702 BCX8" data-ccp-props="{&amp;quot;201341983&amp;quot;:0,&amp;quot;335551550&amp;quot;:6,&amp;quot;335551620&amp;quot;:6,&amp;quot;335559739&amp;quot;:160,&amp;quot;335559740&amp;quot;:259}"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://spiral.imperial.ac.uk/handle/10044/1/108761"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <author>Sylvia Farias</author>
      <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 18:48:10 -0300</pubDate>
      <link>https://lap.iesa.ufg.br/n/178363-seca-excepcional-na-amazonia-se-deve-as-mudancas-climaticas-nao-ao-el-nino</link>
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      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/804/o/Scientific_Report_-_Amazon_Drought.pdf?1706305790" length="3328047" type="application/pdf"/>
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